Projeto social que transformou vidas e sorrisos das crianças em Fortaleza

Em mais um projeto social promovido pela Associação Brasileira de Odontologia – Seção Ceará (ABO-CE), com o apoio do Governo do Estado do Ceará, em parceria com a Casa Civil, beneficiou cerca de 200 crianças, nos dias 8 e 9 de outubro de 2022, com atividades de promoção à saúde bucal, escovódromo e urgência clínica, tendo como objetivo promover o melhor acesso à saúde em Fortaleza. Coordenado pela Diretora de Relações Institucionais e Políticas da ABO-CE, a Cirurgiã-dentista Daiz da Silva, junto com a Diretora de Promoção à Saúde e Assistência, a Cirurgiã-dentista Elis Regina, através de financiamento público estadual.

Além da prevenção para a execução

A ação social ocorreu na manhã e na tarde do dia 8 e na manhã do dia 9 de outubro. Na manhã do primeiro dia o evento contou com a participação de 38 crianças e na tarde do mesmo dia o projeto teve a presença de 43 crianças da entidade cristã Casa Ronaldo Pereira, fundada pela Comunidade Católica Shalom, dessas crianças, 19 receberam atendimentos especializados. No segundo dia, a ação social contou com a participação de 48 crianças e jovens com espectro Autista do Instituto Casa de Gui. Todas receberam atendimentos odontológicos necessários. 

Mudando a história de só aplicar Flúor

Segundo a responsável pelo projeto, a Cirurgiã-dentista Daiz da Silva, o intuito da ação é fazer um movimento diferente da odontologia comum, mais voltada para uma medida preventiva.

“Nosso objetivo é fazer mais do que uma escovação e flúor. Queremos informar a população que não tem acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) ou outros programas, sobre os benefícios de uma boa alimentação e como ela ajuda na saúde oral”, pontua.

A profissional também afirma que o projeto escolheu essa faixa etária por ser a fase intermediária entre a infância e adolescência.

“No dia da ação, fizemos a triagem das crianças, separemos as que estavam com algum processo infeccioso, como a cárie, fizemos o atendimento emergencial e algumas restaurações. As crianças que não apresentaram sinais de alguma doença passaram pelo processo de prevenção e receberam o flúor”, explica.

Além disso, faz parte do movimento realizar um levantamento epidemiológico de saúde oral das crianças, para que se torne um documento de instrumento público participativo para melhorias no atendimento odontológico dessa faixa etária no município de Fortaleza. Para materializar o projeto, o estudo identifica itens como índices de cárie e de dentes perdidos, más oclusões, mau posicionamento dentário, entre outros.

“É preciso instruir os pais, responsáveis e crianças que o dente não serve apenas para sorrir e que existe uma função principal, que é de nutrir o corpo. O aparelho digestivo inicia na boca e, para a criança que não tem todos os dentes, a possibilidade de não ter um bom desenvolvimento para a vida adulta é menor”, finaliza.

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